
A coordenação da Escola Corporativa Fiocruz (ECF) recebeu, na segunda-feira (9/3), a psicóloga Flávia Soares e o promotor comunitário Artur Torres, do Núcleo de Convívio do Campus Fiocruz Mata Atlântica, para apresentação e experimentação do jogo de tabuleiro #TAMOJUNTO – o jogo da empatia, lançado em dezembro de 2025. A Escola promoveu o encontro com o objetivo de analisar a possível utilização do jogo na Mentoria Coletiva, ação de desenvolvimento do Programa de Desenvolvimento Gerencial (PDG).
“Fiquei muito feliz com o convite e com o interesse da Escola Corporativa em conhecer melhor o jogo. A ideia é que ele seja usado por escolas, movimentos populares e pela própria Fiocruz como ferramenta para ajudar nos diálogos e abordar conversas difíceis de forma leve”, explicou Flávia.
A ideia do jogo surgiu quando Flávia foi convidada a palestrar sobre Comunicação Não Violenta para alunos do ensino médio. A partir dessa experiência, ela desenvolveu uma estratégia para sensibilizar estudantes e estimular reflexões de forma participativa.
Antes de ser lançado, o #TAMOJUNTO foi testado com 124 estudantes e teve retorno positivo. “Pela receptividade, acreditamos no potencial do jogo para promover entendimento e gerar empatia. É uma atividade divertida e, ao mesmo tempo, reflexiva, que favorece a sociabilidade longe das telas”, acrescenta.
Participaram da atividade a coordenadora da ECF, Carla Kaufmann, o assessor da coordenação, Luiz Assis, e o coordenador de Programas de Desenvolvimento, Bruno Vantine. Também jogaram a médica Thaíze Sobreiro e a enfermeira Fernanda Neves, gestoras da área de Atenção Clínica à Criança e ao Adolescente do Instituto Fernandes Figueira (IFF). “A experiência foi ótima. O jogo rendeu gargalhadas, mas também muita reflexão sobre o que vivenciamos no dia a dia. Acreditamos na importância da comunicação e de que ela não deve ser violenta. Já estamos planejando como aplicá-lo na área de Atenção Clínica à Criança”, disse Thaíze.
A assessora da Coordenação de Saúde do Trabalhador (CST/Cogepe), Luciana Cavanellas, e a psicóloga do Núcleo de Psicologia e Serviço Social (Nupps/CST), Marta Montenegro, também participaram da atividade. “Viemos conhecer o jogo pensando na Mentoria Coletiva, mas percebemos que ele pode ser aplicado em vários contextos. Vale destacar o lado lúdico e o fato de ser colaborativo, sem caráter competitivo. Além disso, ter sido desenvolvido na Fiocruz torna a ferramenta ainda mais relevante”, destacou Luciana.
Durante a atividade, profissionais da Escola, da CST e do IFF discutiram formas de adaptar o jogo a situações do cotidiano de trabalho, explorando seu potencial em contextos institucionais. “O #TAMOJUNTO incentiva reflexões de forma construtiva, e a possibilidade de custumizar parte do conteúdo facilita sua aplicação em diferentes programas de educação corporativa”, afirmou Luiz.
O jogo está disponível gratuitamente para todos os interessados na plataforma Educare.